quinta-feira, 22 de abril de 2010

Brasil: 510 anos depois da conquista

Nos tempos escolares, aprendíamos que o Brasil havia sido "descoberto" pelos portugueses, que Pedro Álvares Cabral havia chego em terras tupiniquins casualmente, enquanto buscava chegar às Índias, em busca dos lucrativos comércios com os asiáticos.

Nesta data, o Brasil comemora seus 510 anos, mas muitos habitantes não se orgulham desta situação. Em 2000, quando foram feitas festividades em homenagem aos 500 anos, inúmeras pixações acusando exploração e genocídio.

Conquistado pela coroa portuguesa em 1500, os lusitanos começaram a colonizar apenas três décadas depois, quando o comércio com os indianos começou a decair. Dispondo de várias riquezas naturais e minerais, especialmente nas regiões norte e nordeste, os ibéricos tiraram o que puderam de solo brasileiro, visando apenas tirar o que a colônia melhor tinha, para render lucro à nação metropolitana.

A data também não é motivo de muito entusiasmo, tanto que nem feriado é. Tivemos dois ciclos muito importantes na fase colonial, que foi de 1500 até 1808, com a chegada da família real, de D. Maria, a louca, e D. João VI, o então Príncipe-Regente. O primeiro, foi o da cana-de-açúcar, que causou estragos em parte do solo nordestino. E a mineração, que provocou a divisão dos estados de Minas Gerais e São Paulo, em 1720. Neste período, os nossos "patrícios" já haviam perdido a posição de maior economia para os ingleses, que lucravam no comércio com Portugal, que ficava endividado com os britânicos.

Outras polêmicas foram nossas proclamações de independência e de república, ambas através de golpe, enquanto nossos vizinhos sul-americanos derramaram sangue e lutaram fortemente por ambas. Os portugueses só reconheceram o Brasil como país independente, no aspecto político, quando assumimos a dívida lusitana junto aos ingleses.

No período republicano, mudanças de ciclo e poucas alterações na condição social da população. Na antiga república, apenas as elites detinham o poder econômico e político, mas com a crise de 1929, romperam a velha ordem de São Paulo e Minas Gerais, na chamada política do café-com-leite, quando os presidentes eram escolhidos apoiados por um dos dois estados. Com Getúlio Vargas, começou o infalível marketing político, aprimorado ao passar das décadas e muito visto atualmente.

A primeira experiência democrática veio entre 1945 e 1964, com o período populista, interrompido pela nefasta Ditadura Militar (1964-1985), na qual quem era contra o poder público, era impiedosamente perseguido. O retorno da democracia ocorreu há 25 anos, mas não da forma como esperamos, pois muitos oligarcas ainda detém o poder político nas regiões de influência, em especial no Norte e Nordeste, controlando os meios de comunicação, conseguindo permanecer no poder regional.

Com os casos de corrupção estourando cada vez mais, graças a ação de blogs e da mídia independente, o povo pode acompanhar muitos desmandos e irregularidades praticados pelos nossos representantes políticos, eleitos pela população. Os últimos presidentes, eleitos pelo voto popular e com ativa participação contra a censura, destaque para Fernando Henrique e Lula, conseguiram algumas melhorias, mas ainda tem muito caminho a ser percorrido.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Brasília completa 50 anos

A data de 21 de abril é marcada por três fatores de relevância nacional: os aniversários das mortes do inconfidente mineiro Joaquim José da Silva Xavier, o popular Tiradentes, Tancredo Neves, último presidente escolhido pelo Colégio Eleitoral, mas não chegou a assumir ao mandato. E da capital Brasília, o maior símbolo do poder públio brasileiro.

Cidade planejada e construída para ser a sede do poder público federal, desde o início do período repúblicano havia o interesse de tirar do litoral e levar ao interior do país.


A imagem de Brasília é inevitavelmente associada ao governo, com reputação negativa, devido aos inúmeros casos de corrupção envolvendo deputados e senadores. Mensalão, dinheiro na meia, na cueca, Valerioduto, escândalo dos sete anões, quando João Alves, o João de Deus, deputado baiano, disse que deus o ajudou a ganhar mais de 200 vezes na loteria, impeachment de Collor, dentre outros casos, mancharam a imagem da instituição.

Congresso Nacional: maior símpolo do poder público no Brasil
Imagem: Portal Bahia

Nesse período, tivemos também o regime ditatorial (1964-1985), quando os ditatoriais reprimiram de forma violenta os opositores do governo. Milhares de brasileiros foram mortos por lutarem pelas libertades democráticas e contra um sistema nefasto de governo.


O retorno do regime democrático, há 25 anos, trouxe novamente a esperança do brasileiro por dias melhores. O caminho ainda é longo a ser percorrido, pois a lei é feita por quem possui o poder político e econômico nas mãos.

Ainda temos um longo caminho pela frente, mas os casos de corrupção estão aparecendo cada dia mais.

Leia mais:
Ig - Último Segundo: Brasília 50 anos

domingo, 18 de abril de 2010

Jenson Button vence na China

Atual campeão acerta na estratégia novamente e assume liderança

Largando na 3ª fila, Jenson Button mais uma vez arriscou na estratégia dos pneus e se deu bem, assim como na Austrália, quando saiu vencedor, e garantiu mais uma vitória, assumindo a liderança entre os pilotos.

Corrida super disputada

As contantes mudanças no início trouxeram emoções durante a realização da corrida. Novamente, Hamilton, Vettel e Webber deram show, realizando as principais disputas. Hamilton e Vettel saíram lado a lado nos boxes, mas nenhum foi punido. A seguir, quando o safety car saiu pela segunda vez, o britânico ainda tocou em Webber, e o australiano escapou.

Ferrari perde liderança

A escuderia de Maranello perdeu a liderança entre equipes e pilotos, e ainda teve uma disputa interna entre Alonso e Massa, com o asturiano passando o brasileiro na entrada dos boxes. O espanhol terminou em 4º lugar, caindo para 3º entre os pilotos.

Mercedes e Renault mostram bom rendimento

Mesmo com Michael Schumacher obtendo um mau rendimento, levando algumas ultrapassagens, Nico Rosberg chegou em 3º, assumindo a vice-liderança no campeonato, arriscando permanecer na pista, assim como Button, ficando algumas voltas na liderança.

Já a escuderia francesa segue bem na disputa. Robert Kubica e Vitaly Petrov também arriscaram e conseguiram pontos. O polonês foi 5º colocado, enquanto o companheiro de equipe chegou em 7º lugar.

Resultados:
Pole: Sebastian Vettel, Red Bull Renault
Melhor Volta: Lewis Hamilton, McLaren Mercedes

Corrida
1º) Jenson Button, McLaren Mercedes
2º) Lewis Hamilton, McLaren Mercedes
3º) Nico Rosberg, Mercedes
4º) Fernando Alonso, Ferrari
5º) Robert Kubica, Renault
6º) Sebastian Vettel, Red Bull Renault
7º) Vitaly Petrov, Renault
8º) Mark Webber, Red Bull Renault
9º) Felipe Massa, Ferrari
10º) Michael Schumacher, Mercedes

Classificação:

Mundial de Pilotos
1º) Jenson Button, 60 pontos
2º) Nico Rosberg, 50 pontos
3º) Fernando Alonso, 49 pontos
4º) Lewis Hamilton, 49 pontos
5º) Sebastian Vettel, 45 pontos
6º) Felipe Massa, 41 pontos
7º) Robert Kubica, 40 pontos
8º) Mark Webber, 28 pontos
9º) Adrian Sutil, 10 pontos
10º) Michael Schumacher, 10 pontos
11º) Vitantonio Liuzzi, 8 pontos
12º) Vitaly Petrov, 6 pontos
13º) Rubens Barrichello, 5 pontos
14º) Jaime Alguersuari, 2 pontos
15º) Nico Hulkemberg, 1 ponto

Mundial de Construtores
1º) McLaren Mercedes, 109 pontos
2º) Ferrari, 90 pontos
3º) Red Bull Renault, 73 pontos
4º) Mercedes, 60 pontos
5º) Renault, 46 pontos
6º) Force India Mercedes, 18 pontos
7º) Williams Cosworth, 6 pontos
8º) Toro Rosso Ferrari, 2 pontos

domingo, 4 de abril de 2010

Sebastian Vettel vence na Malásia

Piloto alemão ganha a primeira na temporada

Depois de enfrentar problemas nas duas etapas anteriores, o alemão Sebastian Vettel conseguiu vencer pela primeira vez neste ano, superando o companheiro de equipe Mark Webber na largada, mantendo a liderança até o fim da disputa.

A equipe Red Bull conseguiu também a primeira dobradinha no ano, com o alemão Nico Rosberg completando o pódio, o primeiro da reestreante Mercedes neste ano.

Renault e Force India mostraram bom rendimento

Robert Kubica pontuou novamente, mostrando que a Renault continua competitiva, pontuando pela segunda vez consecutiva. Vitaly Petrov também se destacou no início da corrida, disputando posição com Lewis Hamilton.

Adrian Sutil também esteve durante toda a disputa entre os primeiros, mostrando a evolução da Force India, impulsionada pelo motor Mercedes. O alemão somou os primeiros pontos no ano, superando os problemas no Bahrein e na Austrália.

Ferrari e McLaren mantém-se na liderança

Mesmo com os problemas nos treinos, os pilotos das equipes de Maranello e Woking chegaram nos pontos, com exeção de Fernando Alonso, que parou a duas voltas do final, com problemas no carro. Com o abandono do espanhol, Felipe Massa tornou-se o novo líder no mundial de pilotos, com 39 pontos. Pelo lado da McLaren, Lewis Hamilton novamente fez uma corrida combativa, fazendo diversas ultrapassagens, enquanto Jenson Button, em atuação mais burocrática, terminou em 8º lugar.

Michael Schumacher abandonou cedo

O ex-campeão Michael Schumacher, mesmo andando entre os primeiros colocados, parou no início, com problemas na flecha de prata. O piloto alemão ainda não conseguiu superar o companheiro de equipe Nico Rosberg, mas tem andado próximo do parceiro de Mercedes.

Resultados:
Pole: Mark Webber, Red Bull Renault
Melhor Volta: Mark Webber, Red Bull Renault

Corrida
1º) Sebastian Vettel, Red Bull Renault
2º) Mark Webber, Red Bull Renault
3º) Nico Rosberg, Mercedes
4º) Robert Kubica, Renault
5º) Adrian Sutil, Force India Mercedes
6º) Lewis Hamilton, McLaren Mercedes
7º) Felipe Massa, Ferrari
8º) Jenson Button, McLaren Mercedes
9º) Jaime Alguersuari, Toro Rosso Ferrari
10º) Nico Hulkemberg, Williams Cosworth

Classificação:

Mundial de Pilotos
1º) Felipe Massa, 39 pontos
2º) Fernando Alonso, 37 pontos
3º) Sebastian Vettel, 37 pontos
4º) Jenson Button, 35 pontos
5º) Nico Rosberg, 35 pontos
6º) Lewis Hamilton, 31 pontos
7º) Robert Kubica, 30 pontos
8º) Mark Webber, 24 pontos
9º) Adrian Sutil, 10 pontos
10º) Michael Schumacher, 9 pontos
11º) Vitantonio Liuzzi, 8 pontos
12º) Rubens Barrichello, 5 pontos
13º) Jaime Alguersuari, 2 pontos
14º) Nico Hulkemberg, 1 ponto

Mundial de Construtores
1º) Ferrari, 76 pontos
2º) McLaren Mercedes, 66 pontos
3º) Red Bull Renault, 61 pontos
4º) Mercedes, 44 pontos
5º) Renault, 30 pontos
6º) Force India Mercedes, 18 pontos
7º) Williams Cosworth, 6 pontos
8º) Toro Rosso Ferrari, 2 pontos

domingo, 28 de março de 2010

Jenson Button vence na Austrália

Piloto inglês vence a primeira pela McLaren

Emoções não faltaram em Albert Park. Após tocar-se com Michael Schumacher e Fernando Alonso na largada e ser o primeiro a apostar na troca para pneu de pista seca, Button acertou na estratégia e ainda aproveitou-se de mais um problema com o Red Bull de Sebastian Vettel para venceu com certa tranquilidade a primeira corrida na nova equipe.

Chuva trouxe muitas disputas

A chuva também contribuiu para a corrida movimentada, mudando o panorama de favoritismo dos pilotos da Red Bull. Vettel e Webber lideraram as primeiras voltas, mas Button se deu bem nas trocas e não precisou retornar aos boxes, enquanto os adversários foram parando para deixar os compostos intermediários pelos secos.

Outro destaque foi Robert Kubica, que permaneceu atrás da McLaren. O polonês segurou Hamilton, as Ferraris de Massa e Alonso, Nico Rosberg e Webber para garantir o primeiro pódio da Renault neste ano. Lewis Hamilton e Mark Webber também contribuíram bastante para o espetáculo. Ambos tiveram duas boas disputas. A primeira delas foi logo após a primeira parada nos pits, quando o australiano tentou passar o inglês e escapou, e a segunda, nas voltas finais, quando o britânico disputava com Alonso a 4ª colocação, perdendo o ponto de freada e a frente do carro, caindo para a 9ª colocação. Hamilton ainda ficou com o 6º lugar.

Ferrari mantém liderança

Após cair para as últimas colocações na volta inicial, Fernando Alonso recuperou-se rapidamente, ultrapassando sem grandes dificuldades o pelotão do fundo e o bloco intermediário, e, depois de boas disputas com Hamilton, Webber e Felipe Massa, terminou na 4ª posição.

Na classificação, o espanhol ainda mantém a escuderia de Maranello na dianteira, quatro pontos mais que Massa, e entre as equipes, os ferraristas estão 16 pontos a frente da McLaren.

Resultados:
Pole: Sebastian Vettel, Red Bull Renault
Melhor Volta: Mark Webber, Red Bull Renault

Corrida
1º) Jenson Button, McLaren Mercedes
2º) Robert Kubica, Renault
3º) Felipe Massa, Ferrari
4º) Fernando Alonso, Ferrari
5º) Nico Rosberg, Mercedes
6º) Lewis Hamilton, McLaren Mercedes
7º) Vitantonio Liuzzi, Force India Mercedes
8º) Rubens Barrichello, Williams Cosworth
9º) Mark Webber, Red Bull Renault
10º) Michael Schumacher, Mercedes

Classificação:

Mundial de Pilotos
1º) Fernando Alonso, 37 pontos
2º) Felipe Massa, 33 pontos
3º) Jenson Button, 31 pontos
4º) Lewis Hamilton, 23 pontos
5º) Nico Rosberg, 20 pontos
6º) Robert Kubica, 18 pontos
7º) Sebastian Vettel, 12 pontos
8º) Michael Schumacher, 9 pontos
9º) Vitantonio Liuzzi, 8 pontos
10º) Mark Webber, 6 pontos
11º) Rubens Barrichello, 5 pontos

Mundial de Construtores
1º) Ferrari, 70 pontos
2º) McLaren Mercedes, 54 pontos
3º) Mercedes, 29 pontos
4º) Renault, 18 pontos
5º) Red Bull Renault, 18 pontos
6º) Force India Mercedes, 8 pontos
7º) Williams Cosworth, 5 pontos

quinta-feira, 25 de março de 2010

Prostesto marca a posse de Leonel Pavan

Leonel Pavan assume o governo de Santa Catarina, depois da renúncia de Luis Henrique, que concorrerá a uma das vagas no senado, em outubro.

A posse do ex-prefeito de Balneário Camboriú foi muito questionada devido as denúncias de irregularidades envolvendo o político do PSDB, no caso do Posto Arrows. Mesmo respondendo a processo por corrupção passiva, devido a sonegação de impostos envolvendo a empresa petrolífera, assumiu ao cargo.


O único tumulto registrado, foi enquanto discursava, sendo chamado de bandido por Amilton Alexandre, o Mosquito, titular do blog Tijoladas. O blogueiro recebeu voz de prisão e ficou detido nas dependências da Assembleia Legislativa, sendo liberado às 11:28.


Mosquito tem sido um dos principais opositores dos governos estadual e municipal, apresentando em seu blog inúmeras denúncias contra as administrações catarinense e florianopolitana. Durante o período em que se discutia a renúncia de LHS, ele apresentou várias matérias falando dos casos em que Pavan estava sendo acusado.


Leia mais

Tijoladas do Mosquito

Tijoladas acompanha a posse de Leonel Pavan ao governo de Santa Catarina – Direto da Assembléia Legislativa

Leonel Pavan (PSDB) – Um indiciado pela Polícia Federal, vai assumir o governo do estado hoje? Não vai acontecer nada? Estamos bem pra caramba!

PAVAN (PSDB) Gravações telefônicas feita pela Polícia Federal, reduzem carreira de vice–governador!

Leonel Pavan, no blog Tijoladas

Terra TV: Blogueiro invade plenário e xinga governador de Santa Catarina

Leonel Pavan, que era um dos postulantes ao governo do estado, provavelmente completará o mandato, sem concorrer a um dos cargos neste ano. O novo administrador frisou que ainda não decidiu sobre o assunto, enquanto os peesedebistas o incentivam a concorrer nestas eleições ao governo.

domingo, 21 de março de 2010

Ayrton Senna: 50 anos

Se estivesse vivo, Ayrton Senna estaria completando hoje, 50 anos. Campeão no mundial de Fórmula 1 nos anos de 1988, 1990 e 1991, ficou conhecido pela luta pelos recordes e pelo perfeccionismo nas pistas. Mister Mônaco e mestre da volta mais rápida, acumulou muitos admiradores e também desafetos ao longo do período em que esteve na categoria.

Dentre os desafetos, os principais foram Nigel Mansell, Nelson Piquet e Alain Prost. O piloto inglês teve suas principais desavenças com Senna entre 1985 e 1990, e, em 1991, quando disputaram o título, tiveram uma grande disputa, mas decidida na pista. O também brasileiro Nelson Piquet, foi provavelmente o maior desafeto do conterrâneo. A briga entre ambos foi dentro e fora das pistas, e ambos nem se falavam. Em 1988, Senna chegou a processar Piquet judicialmente por conta das provocações que sofria do adversário. Por ouro lado, sempre reconheceu as qualidades de Ayrton, dizendo que se fosse chefe de equipe, gostaria de contar com os serviços do concorrente. O francês Alain Prost foi o maior rival de Senna nas pistas. Entre 1985 e 1987, quando o paulistano corria pela Lotus, não tiveram tantas disputas, mas, em 1988, quando foi para a McLaren, teve que dividir as atenções na escuderia inglesa com o já bicampeão. De 1988 até 1990, a disputa pelo título mundial ficou entre os dois, todas elas decididas no Japão. As de 1989 e 1990 foram polêmicas, decididas através de batida. Na primeira, o francês acertou o brasileiro, que ainda venceu a disputa, mas foi desclassificado, enquanto que no ano seguinte, com Prost na Ferrari, foi a vez de Senna acertar o francês ainda na primeira curva, tirando ambos da corrida. Em 1993, com o francês na Williams, que Ayrton afirmava que era “um carro de outro mundo”, Prost foi tetracampeão com certa facilidade.

Já os principais amigos do brasileiro, destaco Gerhard Berger, Thierry Boutsen, Riccardo Patrese e Jean Alesi. O austríaco Berger correu ao lado de Senna entre as temporadas de 1990 a 1992, tornando-se o melhor amigo do tricampeão. Jean Alesi, fã de Ayrton, também teve algumas disputas épicas com o paulista, como em Phoenix, 1990, Barcelona, 1991, e Montreal, 1993, quando chegaram a ficar roda a roda.

Nos 10 anos que esteve na Fórmula 1, Senna passou pelas equipes Toleman, Lotus, McLaren e Williams, conquistando três títulos mundiais, dois vice-campeonatos, 41 vitórias, 65 poles, 19 voltas mais rápidas, 610 pontos e 80 pódios.

Aqui, dois vídeos que destaco sobre Senna:


Grande Prêmio de Portugal, 1985, primeira vitória do brasileiro


Grande Prêmio da Europa, 1993, quando Senna passou quatro adversários na primeira volta, conquistando a volta de placa


A caminhada de Ayrton Senna na Fórmula 1:
1984: Toleman Hart, 9º lugar, com 13 pontos;
1985: Lotus Renault, 4º lugar, com 38 pontos, 7 poles e 2 vitórias;
1986: Lotus Renault, 4º lugar, com 55 pontos, 8 poles e 2 vitórias;
1987: Lotus Honda, 3º lugar, com 57 pontos, 1 pole e 2 vitórias;
1988: McLaren Honda, campeão, com 90 (94) pontos, 13 poles e 8 vitórias;
1989: McLaren Honda, vice-campeão, com 60 pontos, 13 poles e 6 vitórias;
1990: McLaren Honda, campeão, com 78 pontos, 10 poles e 6 vitórias;
1991: McLaren Honda, campeão, com 96 pontos, 8 poles e 7 vitórias;
1992: McLaren Honda, 4º lugar, com 50 pontos, 1 pole e 3 vitórias;
1993: McLaren Ford, vice-campeão, com 73 pontos, 1 pole e 5 vitórias;
1994: Williams Renault, não classificado, fez 3 poles nas 3 corridas que disputou;

Ayrton Senna: 50 anos

Embora tenha um blog destinado apenas a assuntos da Fórmula 1, também utilizarei este espaço para falar brevemente sobre Ayrton Senna.

Se estivesse vivo, Ayrton Senna estaria completando hoje, 50 anos. Campeão no mundial de Fórmula 1 nos anos de 1988, 1990 e 1991, ficou conhecido pela luta pelos recordes e pelo perfeccionismo nas pistas. Mister Mônaco e mestre da volta mais rápida, acumulou muitos admiradores e também desafetos ao longo do período em que esteve na categoria.

Dentre os desafetos, os principais foram Nigel Mansell, Nelson Piquet e Alain Prost. O piloto inglês teve suas principais desavenças com Senna entre 1985 e 1990, e, em 1991, quando disputaram o título, tiveram uma grande disputa, mas decidida na pista. O também brasileiro Nelson Piquet, foi provavelmente o maior desafeto do conterrâneo. A briga entre ambos foi dentro e fora das pistas, e ambos nem se falavam. Em 1988, Senna chegou a processar Piquet judicialmente por conta das provocações que sofria do adversário. Por ouro lado, sempre reconheceu as qualidades de Ayrton, dizendo que se fosse chefe de equipe, gostaria de contar com os serviços do concorrente. O francês Alain Prost foi o maior rival de Senna nas pistas. Entre 1985 e 1987, quando o paulistano corria pela Lotus, não tiveram tantas disputas, mas, em 1988, quando foi para a McLaren, teve que dividir as atenções na escuderia inglesa com o já bicampeão. De 1988 até 1990, a disputa pelo título mundial ficou entre os dois, todas elas decididas no Japão. As de 1989 e 1990 foram polêmicas, decididas através de batida. Na primeira, o francês acertou o brasileiro, que ainda venceu a disputa, mas foi desclassificado, enquanto que no ano seguinte, com Prost na Ferrari, foi a vez de Senna acertar o francês ainda na primeira curva, tirando ambos da corrida. Em 1993, com o francês na Williams, que Ayrton afirmava que era “um carro de outro mundo”, Prost foi tetracampeão com certa facilidade.

Já os principais amigos do brasileiro, destaco Gerhard Berger, Thierry Boutsen, Riccardo Patrese e Jean Alesi. O austríaco Berger correu ao lado de Senna entre as temporadas de 1990 a 1992, tornando-se o melhor amigo do tricampeão. Jean Alesi, fã de Ayrton, também teve algumas disputas épicas com o paulista, como em Phoenix, 1990, Barcelona, 1991, e Montreal, 1993, quando chegaram a ficar roda a roda.

Nos 10 anos que esteve na Fórmula 1, Senna passou pelas equipes Toleman, Lotus, McLaren e Williams, conquistando três títulos mundiais, dois vice-campeonatos, 41 vitórias, 65 poles, 19 voltas mais rápidas, 610 pontos e 80 pódios.

Aqui, dois vídeos que destaco sobre Senna:


Grande Prêmio de Portugal, 1985, primeira vitória do brasileiro


Grande Prêmio da Europa, 1993, quando Senna passou quatro adversários na primeira volta, conquistando a volta de placa


A caminhada de Ayrton Senna na Fórmula 1:
1984: Toleman Hart, 9º lugar, com 13 pontos;
1985: Lotus Renault, 4º lugar, com 38 pontos, 7 poles e 2 vitórias;
1986: Lotus Renault, 4º lugar, com 55 pontos, 8 poles e 2 vitórias;
1987: Lotus Honda, 3º lugar, com 57 pontos, 1 pole e 2 vitórias;
1988: McLaren Honda, campeão, com 90 (94) pontos, 13 poles e 8 vitórias;
1989: McLaren Honda, vice-campeão, com 60 pontos, 13 poles e 6 vitórias;
1990: McLaren Honda, campeão, com 78 pontos, 10 poles e 6 vitórias;
1991: McLaren Honda, campeão, com 96 pontos, 8 poles e 7 vitórias;
1992: McLaren Honda, 4º lugar, com 50 pontos, 1 pole e 3 vitórias;
1993: McLaren Ford, vice-campeão, com 73 pontos, 1 pole e 5 vitórias;
1994: Williams Renault, não classificado, fez 3 poles nas 3 corridas que disputou;

terça-feira, 16 de março de 2010

Petrobrás patrocinará Lotus

Depois de um ano afastada da Fórmula 1, quando encerrou a parceria com a Williams, aliado a desistência da Honda, com quem tinha fechado um acordo para o ano passado, a petrolífera brasileira decidiu não estender o contrato com a Brawn GP, que sucedeu a montadora japonesa, campeã de 2009 com Jenson Button, atualmente a Mercedes.

A partir do Grande Prêmio da Espanha, a marca da Petrobrás estará nos carros da Lotus e nos macacões dos pilotos Jarno Trulli e Heikki Kovalainen.

Presente na categoria desde 1998, patrocinando a escuderia de Frank Williams nos 10 anos seguintes, a Lotus será o segundo time patrocinado pela marca brasileira. Fundada por Colin Chapman na década de 1950, atualmente não possui vínculos com o grupo anterior, já que é gerenciada pelo governo malaio.

Leia Mais:
Grande Prêmio: Petrobras retorna à F1 a partir do GP da Espanha nos carros da Lotus

segunda-feira, 15 de março de 2010

Plano diretor para Santo Antônio de Lisboa

Caso aprovado, poderão ser construídos prédios de até oito andares

A região de Santo Antônio de Lisboa, rica no aspecto histórico e cultural, preservando fortemente a cultura açoriana na Grande Florianópolis, poderá ficar em situação delicada caso aprovem o novo plano diretor proposto para exploração de imóveis, a famosa especulação imobiliária.

Na proposta, está em pauta a liberação para construir edificações de três e oito andares, onde não há viabilidade para tais projetos.

O bairro de Santo Antônio não possui estrututa para tais empreeendimentos, devido a malha viária saturada, sem estrutura para grande tráfego.

A associação de moradores da comunidade está discutindo, visando um desenvolvimento sustentável, devido a alguns problemas enfrentados atualmente, como falta de água, trânsito, principalmente nas festividades de carnaval, além das dificuldades de estacionamento.

Outro ponto intrigante foi a contratação de uma empresa argentina para elaborar o plano diretor "participativo". De um lado, os técnicos do IPUF e a Comunidade do Distrito de Santo Antônio de Lisboa, falando das consequências que serão causadas, e, de outro, a Fundacion CEPA, apenas preocupada em fazer o serviço dos especuladores.

Espero que a voz dos moradores da localidade fale mais alto perante aos interesses do grupos especulador, pensando no desenvolvimento sustentável e benefício coletivo, e não apenas em lucro e vantagens para uma pequena minoria.

No blog Sambaqui na Rede, o jornalista e historiador Celso Martins traz com detalhes o tema e aborda os pontos negativos e possíveis consequências, Leia mais