Data da entrevista: 7/9/2018
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Entrevista com Antônio Carlos Cunha
Data da entrevista: 7/9/2018
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
Entrevista com Sérgio Luiz Ferreira
Data da entrevista: 8/9/2018
Evento: Festa do Divino Espírito Santo 2018, em Santo Antônio de Lisboa
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Festa do Divino 2018: Santo Antônio de Lisboa
Duas atrações culturais presentes são o Boi de Mamão, do Pantanal e de Sambaqui, como também o Olaria Pau-de-Fita. Fundado em 2002, Angela Maria da Cunha destaca a manutenção da cultura e do folclore de Florianópolis pelo pau-de-fita. Frequentador dos carnavais na região, Jefferson Luiz de Assis conta que apresentou mais de 10 vezes em Santo Antônio de Lisboa, pelo Boi de Mamão do Pantanal. O de Sambaqui, liderado pelo professor de Artes, Antônio Carlos da Cunha, Carlinhos, sintetizou as lutas que originaram o início do grupo, por interesses culturais e históricos, como a conquista do antigo casarão da Alfândega para a comunidade, que abriga também as rendeiras e diversas atividades ligadas ao folclore e preservação do patrimônio cultural.
domingo, 10 de agosto de 2014
Os 100 anos do Primeira Guerra Mundial
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
domingo, 21 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
sábado, 20 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Guerra do Contestado (1912-1916)
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Entrevista com Russo Born
Foto: Diego Wendhausen Passos
Data da Entrevista: 26/07/2011
Russo Born é formado em Geografia e História, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e ministra aulas para escolas, cursos pré-vestibular e preparatórios para concurso público, nas áreas de história, geografia e geopolítica.
Diego: Proveniente da Revolução Russa de 1917, a União Soviética, fundada em 1922, adotando o modelo socialista, contrapondo com a economia de mercado, vigente no sistema capitalista. Até que ponto a economia planificada teve seus pontos positivos?
Russo: A economia planificada foi algo diferente. Eles eram a cada cinco anos, então foi uma tentativa interessante de planejar um crescimento econômico. Ela ajudou vários lugares. No sistema capitalista, por exemplo, se um lugar não é economicamente rentável, não se investe naquele local. Se o número de pessoas é insuficiente, não se investe, porque no sistema capitalista é necessário fazer o possível para que não se caia em uma queda econômica que vá levar o crédito à falência. No sistema socialista, alguns lugares afastados do sistema econômico central, por exemplo, Uzbequistão, Turcomenistão, o próprio Cazaquistão, que são mais distantes, no sistema planejado, planificado, puderam receber esse investimento econômico. Se tem mil pessoas morando naquele lugar, por exemplo, serão criado tantos mil empregos naquele lugar. Se não tem estradas, vai ser criadas, se não tem iluminação, vai ser criada, mesmo incorrendo em uma queda econômica, porque o interessante é ter que desenvolver aquele lugar para criar tantos empregos naquele ponto. Então, no meu ponto de vista, o sistema planificado, ele beneficiou alguns países que não faziam parte do centro econômico. Agora, corrupção existiu. A igualdade que se queria, não existiu. A cúpula socialista se beneficiou gigantescamente do poder que tinha. Investiu-se muito em tecnologia espacial, e não se investiu na modernização e num crescimento para a população, e isso foi muito ruim para o mundo socialista.
Diego: Durante algumas décadas, os soviéticos disputaram com os Estados Unidos a condição de maior economia internacional, em período que ficou conhecido como Guerra Fria, mas as constantes crises econômicas derrubaram a União Soviética, no final de 1991. No seu ponto de vista, quais foram as principais causas que levaram a nação soviética ao fim?
Russo: Foram vários fatores que levaram ao fim da União Soviética. Um, a corrupção desenfreada. A cúpula do poder fazia um gasto gigantesco da sua infraestrutura, o mundo fechado, sem informação da população, transformou o regime em algo desacreditado, tanto que criou-se, já no final do regime socialista, então, quem vai assumir, vai ser o Gorbatchev. Quando o Gorbatchev assume o governo, ele percebe que o mundo socialista já estava completamente falido, e aí, então, propõe duas coisas, uma, que é a Perestroika, e a outra, que foi a Glasnost. A Glasnost era muito importante, que foi uma abertura política para as pessoas então entenderem o que estava acontecendo, a crise era iminente, e a Rússia, ela quebrou então em 1991. Em 1989, quebrou o Muro de Berlim, então, o mundo já estava em colapso, a Glasnost foi a grande abertura política, e a Perestroika seria uma grande reestruturação econômica, para poder colocar a Rússia, a União Soviética, nos eixos socialistas. Não queria se romper com o socialismo, só que não houve como se fazer essa remodelação. Na hora em que foi feita a abertura política, a população se revoltou, e começaram então as revoltas populacionais, e aí levou o mundo ao colapso. Então, a corrupção, um dos grandes problemas do mundo socialista. A cúpula não atendia, o sistema econômico da Rússia não atendia às necessidades da população. Os desvios de verbas eram gigantescos, a população estava desacreditada do sistema, havia uma grande ditadura, e quem reclamava contra o governo, era preso, torturado, então, foram vários, inclusive, investimentos elevados em armamentos. Investiram em tecnologia espacial, a Mir, por exemplo, que é a primeira base de suporte humano, fora do planeja, que quer dizer paz, consumia recursos bilionários, e isso foi quebrando o sistema econômico da União Soviética. Ela foi à falência, ela mesmo se implodiu própria, e a corrupção dentro do próprio governo.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
20 anos do fim da União Soviética
Com a crise política e social na Rússia, aliado a participação do país na Primeira Guerra Mundial, contribuiu para aumentar a impopularidade do czar Nicolau II, deposto do poder e assassinado junto com toda a família. Os revolucionários fizeram um acordo de paz com os alemães, o de Brest Litovski, em 1918. A Finlândia foi cedida no tratado, passando a país independente.
No período de 1918 e 1921, ocorreu uma guerra civil, entre exército e milícias, e também o exército vermelho (bolchevistas), republicanos liberais e ex-generais czaristas. O primeiro governante após a revolução foi Lenin, permanecendo até 1924, quando faleceu, dando lugar a Joseph Stalin, após vencer a disputa com Trotski. O antigo aliado de Lenin foi perseguido, sendo expulso do Partido Comunista em 1929, também expulso da União Soviética. Troski foi assassinado no México, em 1940, a mando de Stalin.
Durante a gestão stalinista ocorreu também a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), na qual os soviéticos tiveram participação decisiva ao derrotar ao alemães e o exército nazista de Hitler, iniciando uma bipolarização mundial.
Disputas territoriais e políticas marcaram o período. Os norte-americanos patrocinaram inúmeros governos ditatoriais na América Latina e na Ásia. Além disso, as produções de armamentos e a corrida espacial também marcaram a Guerra Fria.
Com a crise em meados dos anos de 1980, a União Soviética começou a fase de declínio, no início do governo de Gorbatchev, que tentou uma reestruturação política e econômica no país, conhecidas como a Perestroika e a Glasnost.
Porém, os problemas sociais e políticos aumentaram, os governos ditatoriais no leste europeu foram caindo, a derrota no Afeganistão para as tropas lideradas por Osama Bin Laden, após 10 anos de combates contra os afegãos, aliado a queda do Muro de Berlim e a reunificação da Alemanha, em 1990, e, também, os elevados gastos do governo e os inúmeros casos de corrupção foram levando o sonho comunista ao fim, em 1991.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Guerra contra o terror?
George W. Bush, presidente dos Estados Unidos, iniciou uma “guerra contra o terror”, após os ataques em território ianque, no famoso episódio de 11 de setembro de 2001, matando milhões de inocentes.
Região rica em fontes de petróleo, o Oriente Médio, há décadas, é disputada pelas principais economias do mundo. As nações apoiadas pelos norte-americanos são tratados como amigos, enquanto os adversários são subjulgados no mundo capitalista ocidental. Iraque e Afeganistão, antigos aliados, transformaram-se, em poucos anos, inimigos dos estadounidenses por conta de disputas políticas.
Sadam Hussein e Osama Bin Laden, aliados de outrora, viraram uma ameaça aos interesses ianques, sendo rotulados como inimigos e terroristas. O historiador César Augusto Jungblut frisa que o fato das principais agências de comunicação internacional defenderem os interesses dos principais centros capitalistas, colocam os países mais favorecidos economicamente como os modelos a serem seguidos, enquanto os segmentos favoráveis a outras culturas, como vilões.
Combater o terrorismo tirando vidas de pessoas inocentes, sob o pretexto de combater os “inimigos do mundo” é válido. Nesse meio não existem santos. Bin Laden e Sadam Hussein são terroristas, da mesma forma que George W. Bush, responsável muito mais mortes, porém estava a frente do país mais influente no contexto político e econômico, na busca do controle das fontes de recursos que beneficiem os Estados Unidos.





