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domingo, 29 de maio de 2011

Documentário Impasse terá nova versão

Dia 31 de maio, um ano após o violento ataque de policiais contra estudantes nas dependências da Udesc, no Itacorubi, durante as manifestações diante das altas tarifas do transporte coletivo, os jornalistas Fernando Evangelista e Juliana Kroeger, autores do documentário Impasse, uma nova versão será lançada.

Ano passado, inúmeras manifestações marcaram os protestos dos estudantes contra o abusivo aumento no preço das passagens de ônibus, com passeatas, panfletos e manifestações criativas, contestando o alto preço das tarifas no transporte coletivo da capital.

Mas a violência contra os manifestantes, aliado ao abuso de poder das autoridades policiais, em alguns casos, geraram revoltas também da população em geral, descontentes com a falta de segurança. Enquanto faltam policiais para combater a crimilidade no cotidiano, sobrou para conter os protestos.

O nome Impasse surgiu devido a questão administrativa e política do sistema de transporte na cidade, entre usuários, poder público e empresas prestadoras do serviço, além dos preços das passagens de ônibus.

Leia mais:

Entrevista de Fernando Evangelista e Juliana Kroeger na coluna de Juliana Wosgraus (RBS)

Documentário Impasse

domingo, 6 de março de 2011

Problemas viários no Itacorubi

Demora na resolução dos problemas

Buracos sem manutenção, carros acima do limite de velocidade em alguns casos, dificuldades para os motoristas atravessarem a Rua Acelon Pacheco da Costa em horários de maior fluxo de veículos são problemas para os moradores e trabalhadores desta região.

Muitos motoristas que trafegam na Rodovia Admar Gonzaga, a SC 404, passam em velocidades acima do máximo permitido, 40 km/h. Algumas vezes, quando pego ônibus às 5:30 para ir ao trabalho, cheguei a ver alguns carros a cerca de 80 km/h, colocando em risco a segurança de outras pessoas.

A área possui um posto de combustível e um hotel de luxo na Acelon, e uma escola da rede estadual e o Cepon (Centro de Pesquisas Oncológicas) do outro lado. Em determinados períodos, até os pedestres têm dificuldades para atravessar a rua.

Acredito em duas opções. Uma delas é a implantação de uma lombada eletrônica, mas não sei da possibilidade, já que é uma rodovia estadual. A segunda, possível no espaço, seria a criação de uma rótula, diminuindo os transtornos para os motoristas.

Texto publicado na Coluna de Carlos Damião (Notícias do Dia), nas edições de 30/10/2010 e 31/10/2010

Respeito

Diego Wendhausen Passos, que mora na Rua Acelon Pacheco da Costa, no Itacorubi, concorda com a coluna quanto à falta de respeito aos pedestres naquele bairro, lembrando que já sugeriu, há três anos, a colocação de lombada eletrônica nas vias públicas. “Espero que a prefeitura faça alguma coisa. Ouvi de uma vizinha que o Conselho Comunitário já fez reivindicações, mas até agora, nada foi feito. Torço para que sejamos atendidos”, diz o leitor.

Data das Fotos: 06/03/2011
Fotos: Diego Wendhausen Passos


Com o espaço disponível, a implantação de uma rótula pode ajudar a diminuir os problemas para motoristas e pedestres



Limite de 40 km/h muitas vezes é desrespeitado por motoristas

Buraco na rodovia, em frente ao Ponto de ônibus em frente ao Hotel Mercure, continua no mesmo lugar, há quase um mês


Disponível em:
Carlos Damião

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Buracos no Itacorubi

Estradas esburacadas e falta de manutenção eficiente são problemas na região

Um dos maiores problemas viários nas regiões do Itacorubi, onde resido, e no Santa Mônica são os constantes buracos nas estradas, principalmente após as chuvas. A falta de manutenção, como recapeamento do asfalto, continuam abrindo outros ao longo das vias, no caso a Rodovia SC 404, também conhecida como Admar Gonzaga, a Madre Benvenutta e a Rua Acelon Pacheco da Costa.


Ano passado, quando estava indo trabalhar em um sábado, na campanha de vacinação do idoso, o motorista da repartição em que trabalhava passou por cima do buraco, coberto pela chuva, tendo o pneu furado, na entrada da Rua Acelon Pacheco da Costa. A prefeitura vem e faz um remendo, o que vem sendo insuficiente para resolver a situação.

No último fim-de-semana, a placa colocada no ponto de ônibus, em frente ao Hotel Mercure, com a frase “ESTOU AQUI”.

Confira as fotos:



Data das Fotos: 20/02/2011
Fotos: Diego Wendhausen Passos

Rodovia SC 404 - Admar Gonzaga, em frente ao Hotel Mercure - Itacorubi



Entrada da Rua Acelon Pacheco da Costa



Pequenos buracos na entrada da Rua Acelon Pacheco da Costa podem até danificar pneus de carro

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O presidente decidiu resolver no braço

O episódio está fazendo 31 anos, na famosa Novembrada. Protestos contra a crise política, social e econômica da famigerada ditadura militar. Inflação, aumento nos custos e falta de apoio à população culminaram no clima de hostilidades ocorridos no 30 de novembro.

A festa promovida pelos governistas, a placa em homenagem ao tirano Floriano Peixoto, que por pressão nomeou a antiga Nossa Senhora do Desterro para “Cidade de Floriano”, nossa capital Florianópolis, além de ter dizimado a vida de centenas de catarinenses no Massacre do Anhatomirim, no fim do século XIX.

Para homenagear o “marechal de ferro”, o governo estadual colocou uma placa em memória ao militar que ceifou dezenas de catarinenses. As medidas tomadas nos dias anteriores serviram para esquentar os ânimos da população, insatisfeita com as dificuldades enfrentadas muito em virtude do sombrio sistema que havia sido imposto 15 anos antes.

Uma cidade então pouco conhecida no cenário nacional estava pronta para receber a visita do último presidente militar, da abertura lenta e gradual promovida anos antes. Um homem mal hurado, antipático e turrão estava a caminho do Palácio do Governo, atual Museu Cruz e Souza, para as solenidades que anunciavam a vinda da Sidersul, que seria instalada em Imbituba, além das festividades de 90 anos da Proclamação (golpe) Republicana.

O esquema de segurança estava formado, os manifestantes fazendo suas reivindicações, mas os gritos começaram a abafar o discurso do então governador foi o ponta pé inicial para toda a confusão. Irritado com a “balbúrdia”, o general Figueiredo foi a sacada e fez dois gestos, um acusando de “pequenos” os opositores, e mandando o time do contra às favas, provocando a ira dos protestantes.

A partir daí, só confusão. Ao ouvir insultos contra sua progenitora, Figueiredo desceu as escadarias da casa rosada para resolver no tapa a situação, partindo para a ignorância. Uma confusão generalizada, briga de rua, entre cidadãos comuns e integrantes governistas marcaram a vida de Florianópolis, quase provocando uma tragédia.

Na busca dos “responsáveis” pelo ato, sete estudantes foram presos e processados pela antiga Lei de Segurança Nacional. Com o apoio da população, Adolfo Luiz Dias, Lígia Giovanella, Rosângela de Souza (Lelê), Marize Lippel, Geraldo Barbosa, Amilton Alexandre (Mosquito) e Newton Dias Vasconcelos foram absolvidos em fevereiro de 1981.

Dos sete, apenas Adolfo é falecido. Com exceção de Newton Vasconcellos, os jovens idelistas “culpados” pela situação continuam envolvidos na luta por uma sociedade mais justa. Mosquito é o mais conhecido, devido ao polêmico Tijoladas e seus excessos verbais contra os desafetos e ex-amigos. Geraldo e Lelê continuam nos movimentos sociais, Lígia optou pelos estudos acadêmicos e Marize trabalha na área de saúde.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dia de Santa Catarina

Apesar de não ser feriado, é uma data especial para florianopolitanos e catarinenses. O nome dado à Ilha, pertencente ao município de Florianópolis, foi nomeado pelo navegador Sebastião Caboto.

Conhecida pelos carijós como Meiembipe (montanha ao longo do mar), antes da chegada europeia, começou a receber outros nomes até a chegada dos primeiros navegadores europeus, até o dia 25/11/1526, quando o veneziano Sebastião Caboto, em homenagem à esposa Catarina de Mendrano, ou até mesmo à santa, deu nome ao território que se tornou capital barriga verde. No mapa mundi, ou também mapa náutico, Diego Ribeiro foi o primeiro a registrar, em 1529, a Ilha de Santa Catarina nos mapas.

A Capitania de Santana, em 1738, comprada pela côrte portuguesa, também recebeu o nome de Santa Catarina, tendo como primeiro governante o Brigadeiro José da Silva Paes um dos precurssores do povoamento açoriano no estado.

Ponto estratégico para os colonizadores europeus, principalmente espanhóis e portugueses, a capital catarinense sempre teve importância política, também por estar próximo ao sul do continente americano, era um ponto de parada para os navegadores que seguiam para a Bacia do Prata, na região da Argentina e do Uruguai.

Nomes da Ilha de Santa Catarina ao longo dos primeiros anos do Século XVI:

Até o início do Século XVI: Meiembipe;

1514: Ilha dos Patos, nomeada por Dom Nuno Manoel e Cristóvão de Haro;

1516: Baía dos Patos ou Baía dos Perdidos, nomeada por Juan Diaz Sólis;

1526: Ilha de Santa Catarina, nomeada por Sebastião Caboto;

Fontes:
Nelson Maurílio Coelho Junior, Historiador e Professor
Wikipédia: Santa Catarina
Wikipédia: Florianópolis
Wikipédia: José da Silva Paes
Wikipédia: Sebastião Caboto

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Lançamento do documentário Impasse

Produzido pelos jornalistas Fernando Evangelista e Juliana Kroeger, documentário produzido pela Doc Dois resume as manifestações ocorridas nos meses de maio e junho, deste ano, quando a prefeitura aumentou os preços dos ônibus de Florianópolis, causando uma série de protestos, na maioria estudantes, alguns pacíficos e outros marcados por atos violentos de alguns policiais, como a invasão à Udesc, no dia 31 de maio.


DOCUMENTÁRIO IMPASSE

"As manifestações contra o aumento da tarifa e o debate sobre o transporte coletivo em Florianópolis".

Estreia: 16 de setembro (19h30)
Local: Auditório da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina
Mais informações: http://www.impasse.com.br/
Realização: Doc Dois Comunicação

Trailer



Leia Mais:

Sambaqui na Rede: Impasse

Tijoladas do Mosquito: Imperdível – IMPASSE – Documentário sobre a luta dos transportes em Florianópolis – Amanhã 19:30 h na UFSC – Campus Trindade

Sujando os sapatos: Assista o trailer do Impasse, um documentário sobre o transporte coletivo de Floripa

Cañas na Fita: Documentário Impasse

Diego Wendhausen Passos: Vergonha em Florianópolis

Diego Wendhausen Passos: Mais um aumento nas tarifas de transporte

sábado, 10 de julho de 2010

Santo Antônio receberá espaço cultural

No próximo mês de agosto, será inaugurado um espaço cultural no bairro de Santo Antônio de Lisboa, na sede do bloco Baiacu de Alguém. Será colocada uma sala de cinema com entrada franca, onde serão exibidos filmes e documentários com histórias relacionadas a Florianópolis.

Foto: Diego Wendhausen Passos
Casa vai se tornar sala de cinema

A sede da agremiação carnavalesca funciona na residência do casal Nelson Motta, consultor do Instituto de Educação Permanente (IEP) e Daniela Schneider, psicóloga e professora da Universidade Federal de Santa Catarina. Nelson é o coordenador do projeto cultural, e, desde a criação do grupo, em 2006, realizada eventos com frequência visando ampliar o nome da associação para o bairro.


Daniela considera que as atividades são importantes para o projeto de vida e as perspectivas do casal, além de promover a arte e a cultura buscando inserir as pessoas neste meio, para oferecer mais opções às pessoas da região.

Lucia Haygert, antropóloga, frisou que a cultura é a parte mais importante do Baiacu de Alguém, beneficiando as atividades carnavalescas e visando mais entrosamento com os moradores do bairro e “fortalecendo os laços com a comunidade”, salientou.

Nelson Motta, coordenador do bloco e do projeto projeto cultural, vai administrar o espaço cultural e as atividades que serão oferecidas, dentre elas as oficinas de músicas, bonecos para o bloco, e de vídeos. Lucia destaca que sem a participação dos moradores não haverá sentido a existência do trabalho, acreditando no sucesso, em razão da parceria com as associações comunitárias de Santo Antônio de Lisboa, Sambaqui e Ponta do Sambaqui “a comunidade terá um espaço grande para trabalhar”, concluiu.

Visite também o site do bloco Baiacu de Alguém
Baiacu de Alguém

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Vergonha em Florianópolis

Manifestantes sofrem com a repressão

Em pleno estado democrático de direito (na teoria), diversos manifestantes são presos por reivindicarem por direitos garantidos por lei. Jornalistas e estudantes agredidos e presos, prefeitura omissa. Depois do último aumento no transporte de ônibus, o mais caro do país, os manifestantes foram às ruas pedir a revogação, além do passe livre para os estudantes.

Enquanto nossos militantes agem de forma criativa e de forma idealista, cobrando uma atitude das autoridades, policiais reprimem de forma violenta, parecendo estado de ditadura, chegando, no último dia 31 de maio, a invadir o campus da Univerdade do Estado de Santa Catarina, UDESC.

Uma vergonha. Nós, que estamos no direito de cobrar um preço mais acesível, além de um atendimento digno do (des)serviço do transporte coletivo, sofrem justamente da polícia, que deveria proteger as manifestações. Não podemos mais reclamar da falta de qualidade e dos elevados preços das tarifas de ônibus?

A polícia, duramente criticada no combate aos crimes, vem agindo de forma diferente na repressão aos movimentos sociais, enquanto os estudantes, apesar de alguns deslises (poucos, é claro), vem dando uma aula de como fazer um protesto, utilizando da criatividade, e não da violência. Parabéns aos nossos estudantes. Apoio as manifestações, pois temos direito de cobrar condições dignas, ainda mais por estarmos pagando um preço, e bem elevado, pelo péssimo serviço prestado à população, principalmente no transporte de ônibus da cidade.

Como não tenho acompanhado muito, até por trabalhar em Campinas, São José, vi de perto apenas ontem as movimentações.

Os blogs Sambaqui na Rede, de Celso Martins, e Escandiuzzi, de Fabrício Escandiuzzi, correspondente do Terra, em Florianópolis, vêm fazendo uma cobertura ampla desde o início das manifestações. Fernando Evangelista, orientador em meu Trabalho de Conclusão de Curso, e Juliana Kroeger, nas edições de vídeos, e Hans Denis, fotógrafo, também aparecem com bastante destaque no trabalho. O trabalho desses profissionais são minhas principais referências.

Leia mais:

Escandiuzzi

A encenação

E agora, companheiro?

"Catraca"

Tapa na cara

PM Paz e Amor?

Paz e Amor

Protesto

R$ 2,95 é o ...

Os estudantes e a PM

Estudantes e o descaso da prefeitura

O Hit da Catraca

Floripa: Capital da Inovação ou da Esculhambação?

Sambaqui na Rede

Invasão Militar

VIDEO DE KAREM KILIM

Invasão na UDESC choca a comunidade acadêmica

Invasão Militar na UDESC

PM invade UDESC e prende estudantes

Estudantes e militantes nas ruas da cidade

Estudantes contra o aumento

IPM apura ação policial

Ato Contra o Aumento da Tarifa

Quem não pula, quer tarifa

Estudantes querem direito de ir e vir

Estudantes lideram manifestações contra aumento das passagens

Protesto contra o aumento

Outras fontes:

Acompanhe as manifestações dos estudantes

Frente Única pelo Transporte Público Floripa

Wiki de organização da Frente de Luta pelo Transporte

CMI-Florianópolis

Tarifa Zero

ClicRBS-Na Rua

Sarcástico

domingo, 9 de maio de 2010

Mais um aumento nas tarifas de transporte

Como acontece com frequência, passagens de ônibus aumentam, mas a qualidade continua deixando a desejar

Como é de costume, vem mais uma alteração nas tarifas de ônibus da capital, claro que prejudiciais ao usuário do sistema. A (des)integração do nosso (des)serviço prestado é coisa de outro mundo. As pessoas sem cartão magnético, pagam toda vez que entram na condução, e a preço mais alto, desde a implantação do sistema "integrado" de transporte.

O primeiro ponto é as diferenças de preço. Antes a R$ 2,20, em cartão, e R$ 2,80, em dinheiro, sem direito a integração às pessoas que pagam em dinheiro. Agora, pagaremos R$ 2,38, em cartão, e R$ 2,95, em dinheiro. Outros pontos contraditórios são a falta de integração com as linhas de outros municípios da região (São José, Palhoça, Biguaçu, Governador Celso Ramos, São Pedro de Alcântara e Águas Mornas), e com os Executivos, os populares amarelinhos.

Além disso, o negócio foi mal planejado desde o início. Um dos problemas mais críticos, são as chegadas e saídas dos itinerários dentro dos Terminais de "Integração". Enquanto as linhas que chegam nos terminais de bairro chegam, algumas saem, e o usuário, por questão até de segundos, muitas vezes espera entre 15 a 45 minutos pelo próximo horário. Sem esquecer também a falta de manutenção e renovação nos equipamentos.

Por fim, mais uma vez quero salientar sobre a pesquisa de qualidade realizada em 2008, por alunos na UFSC. Respondi ao questionário enquanto esperava por um ônibus no Terminal da Trindade (NÃO USO TERMOS TICEN, TITRI, CONSIDERO A PRÁTICA, E ESSE SISTEMA É TOTALMENTE DESINTEGRADO), na qual dei nota um (1,0), para não dar ZERO. Minha principal reclamação foi a falta de integração nos horários. Até hoje, não soube dos resultados da pesquisa, do que as pessoas pensam sobre o serviço de transporte na região, passados quase dois anos da realização da mesma.

Se os empresários do transporte coletivo reclamam tanto dos prejuízos, por que não deixar o serviço e procurar algo mais rentável, ao invés de prestar desserviços a população, justamente as pessoas que sustentam uma classe que não está nem aí para as pessoas.

Leia mais:

Diego Wendhausen Passos
Florianópolis é a capital com a tarifa de ônibus mais cara do país

Clic RBS
Ônibus mais caro em Florianópolis
(EU QUERO NOVIDADES ... E BOAS, DE PREFERÊNCIA)

Tijoladas do Mosquito
Fim do mundo News – O prefeito Dário Berger vai aumentar a passagem de ônibus – Vamos aumentar o lucro de empresários e ainda manter empregos de cobradores que passam o dia todo brincando de caixa de Banco do Brasil e tratando mal os passageiros – Vão se ferrar!

Fabrício Escandiuzzi
Floripa: Capital da Inovação ou da Esculhambação?

Sambaqui na Rede - Celso Martins
ESTUDANTES LIDERAM MANIFESTAÇÕES CONTRA AUMENTO DAS PASSAGENS

sábado, 19 de dezembro de 2009

A árvore polêmica

Um dos assuntos que vem rendendo pauta nos últimos dias é a polêmica árvore milionária, instalada na Beira Mar, e que vem gerando muita discussão entre os florianopolitanos.

O custo dela é o primeiro ponto a ser debatido, R$ 3,7 milhões ao erário público, além das disputas judiciais em torno do pagamento. O Ministério Público suspendeu na última semana a prefeitura de pagar as parcelas. O secretário de turismo, senhor Mário Cavalazzi, tenta explicar o inexplicável. Realmente, é absurdo o preço que o contribuinte está desenbolsando.

Outro ponto que gerou controvérsias foi em relação ao tamanho da milionária. As propagandas diziam que ela tinha 60 metros, mas um estudo topográfico apontou 43, 17 menos. Pelo jeito, a raiz é muito extensa. Se a altura for o problema, basta dar uma boa quantidade de arroz e feijão, junto com fermento em pó para ver se ela cresce os 17 metros que estão faltando

Além disso, as disputas judiciais entre situacionistas e oposicionistas pega fogo. O grupo contrário derruba liminares, enquanto os governistas vão através de recursos buscando manter o pagamento, bem pomposo aos contribuintes.

Mesmo o alto valor não foi suficiente para manter a mais rica acesa. Deu até apagão na mais cara da cidade, por não honrar o pagamento a empresa Palco Sul.

Nossos governantes gostam de brincar com a paciência do povo. Ano que vem temos eleições, então qualquer tropeço agora pode ser crucial para as pretensões eleitorais.

A controversa árvore instalada na Beira-Mar
Foto: Diego Wendhausen Passos

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Censura x Liberdade de Expressão

O debate em torno das liberdades de expressão

A Novembrada foi um marco histórico para Florianópolis, tanto em nível regional como nacional. Em novembro, completará 30 anos do acontecimento de uma das maiores manifestações populares na capital, dando à cidade um destaque nunca visto na mídia até então, o que contribuiu para o fim do período militar e uma nova ordem política no Brasil. Com o retorno do sistema democrático em 1985 e a nova Constituição, três anos depois, os brasileiros ganharam direitos antes controlados pelo poder público, na teoria. Mas a questão, na prática, fica em torno da liberdade democrática, diante de casos como a Revolta da Catraca em 2004, quando estudantes protestaram contra o constante aumento nas tarifas de ônibus.

A mídia publica aquilo que interessa

Lideranças estudantis envolvidas diretamente na Novembrada em 1979, quando foram presas e enquadradas na antiga Lei de Segurança Nacional, Marize Lippel e Rosângela de Souza (Lelê) destacam as conquistas e direitos democráticos adquiridos na Constituição de 1988, embora o poder público e veículos de comunicação divulguem apenas os interesses particulares e interfiram em alguns casos, noticiando conteúdos que não comprometam determinados grupos ou empresas.

Marize recorda que havia uma cultura do silêncio no país imposta pelos representantes políticos, e a maioria das manifestações contra o governo. Os movimentos eram promovidos por estudantes universitários, ligados a grupos estudantis. Embora a Novembrada tenha contribuído para termos maior liberdade e participação na sociedade atual, a grande mídia ainda controla as informações. “Eles publicam aquilo que é de interesse da empresa”, diz Marize, destacando a participação jornalística da Folha de São Paulo como um ícone na defesa dos Direitos Humanos e Políticos na época dos militares, mas atualmente o jornal paulista defende e transmite as ideias que interessam ao veículo.

Para Rosângela, as conquistas no campo das liberdades individuais ocorreram, porém as classes menos favorecidas são pouco respeitadas nos seus direitos como cidadão. “As conquistas são inegáveis, embora o aparelho repressor do estado burguês brasileiro esteja mais ativo que nunca”, aponta, destacando os casos da greve dos motoristas no governo Paulo Afonso (estadual) e Ângela Amin (municipal) e o movimento do passe livre na gestão de Luis Henrique (estadual) e Dário Berger (municipal). De acordo com Lelê, no campo político os métodos agressivos raramente são utilizados, mas, ao invés de reprimir os movimentos sociais, o poder público utiliza a mídia para criminalizá-los.

Muitas informações ainda são controladas

Mesmo sem a censura prévia do estado, muitas informações são controladas na mídia. O jornalista Moacir Pereira afirma que, mesmo com a plena liberdade de informação, as restrições permanecem e são ditadas normalmente pelo poder econômico e pela ação política. "O pluralismo da mídia é alicerce fundamental para manter e aprimorar o estado democrático de direito", conclui.

César Valente diz que a democracia é o embate das várias forças que tentam se impor, e a liberdade de expressão no país depende da obediência à Constituição e outras leis. De acordo com César, as informações são divulgadas pelos interessados, citando os casos de paralisação no transporte de ônibus como pressão política, servindo como causa de ressonância dos grupos melhor organizados.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Novembrada: 30 anos depois

Foto: Diego Wendhausen Passos
Acervo: Biblioteca Pública de Santa Catarina

A revolta popular que mexeu com Florianópolis


Passados 30 anos da Novembrada, movimento que contribuiu para o fim do regime militar em 1985, quando o país voltou a ser administrado pelos civis e a sociedade brasileira obteve os direitos democráticos com a constituição de 1988 com a volta das eleições diretas para presidente em 1989.

Implantado em 1964, o período ditatorial foi marcado pela perda dos direitos de liberdade de expressão e de imprensa. O Presidente da República era escolhido através de votos de deputados federais e senadores. Milhares de pessoas foram mortas por defenderem uma sociedade justa e democrática, diante da Lei de Segurança Nacional. A partir de 1973, com a crise do petróleo, o “Milagre Econômico” caiu
por terra.

João Baptista Figueiredo assumiu a presidência em 1979, ano em que também marcou a Anistia a muitos presos políticos e o pluripartidarismo, possibilitando a criação de novas agremiações partidárias. Mas, as condições econômicas e sociais eram desfavoráveis para grande parte da população. No mês de novembro, foi agendada a visita de Figueiredo a Florianópolis, para divulgar a construção da Sidersul (Siderúrgica do Sul), em Imbituba e prestar uma homenagem ao Marechal Floriano Peixoto pelos 90 anos da república, contrariando diversas pessoas e escritores da capital, já que o militar foi o responsável pelo massacre do Anhatomirim em 1894, durante a Revolução Federalista. Durante a semana da visita, o reajuste no preço dos combustíveis aumentou a insatisfação popular contra o governo, tornando mais tenso o ambiente.

No dia 30, sexta-feira, a expectativa era grande, pela primeira vez um re
presentante da nação visitara Florianópolis. Um carro oficial conduziu Figueiredo do Aeroporto até o Palácio Rosado, no centro da cidade. Durante o trajeto mulheres batiam panelas pedindo comida. Nas solenidades, algumas crianças cantavam “Figueiredo, Figueiredo”. Jorge Bornhausen, então governador de Santa Catarina, iniciou os discursos e logo foi vaiado pelos funcionários públicos. Rosângela de Souza conta que Bornhausen foi chamado de mentiroso pelos estatutários, dando início ao tumulto. O esforço dos palacianos foi em vão, as palavras de ordem aumentavam sob “chega de sofrer, o povo quer comer”, irritando Figueiredo. Ao aparecer na sacada, fez um sinal com o dedo polegar e o indicador, depois classificou os revoltosos como “um pingo de gente”. Como a maioria interpretou seu gesto como obsceno, começaram a ofendê-lo.

Ao escutar sua mãe sendo insultada, Figueiredo, extremamente exaltado, foi tirar satisfações com os manifestantes, causando uma confusão generalizada. Marize Lippel conta que Figueiredo agiu de maneira irresponsável, querendo revolver a situação no tapa. Durante o café no Senadinho, ou Ponto Chic, mais discussões com manifestantes e troca de socos entre policiais, membros do governo e as pe
ssoas na Felipe Schmidt, quando foi empurrado no carro oficial para não ser linchado durante a confusão, sendo conduzido ao churrasco oferecido pelo governo catarinense em Barreiros, Distrito de São José.

Sete estudantes, vinculados ao DCE da UFSC, foram presos
e enquadrados na Lei de Segurança Nacional. No dia 02 de dezembro de 1979: Marize Lippel, Rosângela de Souza, Geraldo Barbosa, Amilton Alexandre (Mosquito) e Newton Vasconcellos. Já Adolfo Luiz Dias e Lígia Giovanella, respectivamente presidente e vice do Grêmio Estudantil, fugiram para o interior do estado, com medo de serem torturados, entregando-se dia 5 seguinte. Marize recorda que eles foram apontados e eram visados pelo poder público, por liderarem seus respectivos grêmios estudantis. Durante mais de um ano, responderam ao processo na 5ª Região Militar, em Curitiba, sendo absolvidos em fevereiro de 1981, por falta de provas.

Após o episódio, cada um seguiu um caminho. Adolfo Dias falec
eu em 29 de janeiro de 1999, vítima de tumor. Lígia Giovanella atualmente trabalha na Fundação Osvaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Rosângela de Souza é advogada em Florianópolis, ligada as causas trabalhistas e sociais. Marize Lippel trabalhou mais de 20 anos no Samae, em Blumenau, e atualmente trabalha na Diretoria de Vigilância Sanitária, na capital. Newton Vasconcellos é médico na capital catarinense. Geraldo Barbosa é sociólogo e professor universitário. Amilton Alexandre, o Mosquito, depois de administrar o Bar Havana, uma loja de informática e pestar serviços pela Eletrosul, é titular do Blog Tijoladas.

Homenagem a Floriano Peixoto e falta de diplomacia do governo provocaram o tumulto

O historiador Nelson Maurílio Coelho Junior destacou a crise econômica e social que o mundo enfrentava, diante das altas quantias em empréstimos contraídas pelos militares em busca de obras públicas, aumentando a dívida externa brasileira. No contexto internacional, a crise do petróleo, causada pelos conflitos entre os países árabes e israelenses, em 1974 e 1979. Em protesto, os estados árabes, líderes da Opep, aumentaram o preço do combustível buscando uma solução para a disputa, inviabilizando a venda do produto.

Local onde ficaria a placa em homenagem a Floriano Peixoto
Foto: Diego Wendhausen Passos

Nelson frisou que as denúncias de corrupção começaram a ganhar força e tornar a situação política ainda pior. Havia indiferença contra a população, que não participava das discussões e não tinha liberdade de manifestar-se contra os representantes políticos. “A população não tinha participação, não havia transparência, não tinha informação de nada do que acontecia, tudo era proibido, nada era permitido”, completou o historiador.

Outro fato que influenciou a crise foi a placa em homenagem ao general Floriano Peixoto, responsável pelo massacre do Anhatomirim, em 1984, levando centenas de catarinense à morte, no episódio conhecido como Revolução Federalista. A capital mudou o nome de Desterro para Florianópolis, contrariando muitas pessoas até a atualidade. “Foi uma homenagem que o Jorge Bornhausen e o prefeito da época fizeram para o presidente da época e a população não gostou nada dessa homenagem”, falou Nelson.


Marize Lippel recorda que a manifestação decorreu de forma pacífica, declarando o repúdio à situação que o país vivia diante das dificuldades sociais, inflação galopante. De acordo com Marize, o presidente e o governador não souberam contornar o problema. “A postura deles foi a pior possível, de pessoas que não tem a menor disciplina”, completou.

Leia mais

Clic RBS:

Especial Novembrada

O dia em que Santa Catarina desafiou o poder

Entrevista com Lígia Giovanella e Marize Lippel

Placa de homenagem a Floriano Peixoto (Depoimento de Nilo Marques)

Relato de Moacir Pereira

Entrevista com Nelson Wedekin


Conversa com Moacir Loth (jornalista agredido pela polícia)

O trabalho na televisão: Walter Souza

O senadinho e o general: Edy Tremel

Cotidiano - Curso de Jornalismo da UFSC

Novembrada

Ricardinho Machado (Guia Floripa)

domingo, 29 de novembro de 2009

Novembrada: 30 anos depois

Cronograma com a publicação dos trabalhos produzidos pelo blogueiro sobre a Novembrada

Novembrada: 30 anos depois

30/11/2009: Texto Novembrada 30 anos depois
Um resumo sobre os acontecimentos no dia 30/11/1979

01/12/2009: Censura x Liberdade de expressão
Os debates em torno das liberdades democráticas

02/12/2009: Entrevista com Marize Lippel
Marize conta sobre como era a realidade florianopolitana, os acontecimentos e as questões em torno da democracia atual

03/12/2009: Entrevista com Rosângela de Souza
Lelê analisa os acontecimentos e analisa as questões sociais e democráticas no Brasil

04/12/2009: Entrevista com Geraldo Barbosa
Geraldo destaca das mudanças sociais e políticas que o país necessitava e quais ainda precisam

05/12/2009: Entrevista com Lígia Giovanella
Lígia lembra do trabalho como vice-líder estudantil e analisa a questão da censura há 30 anos e na atualidade

06/12/2009: Entrevistas com Nelson Maurílio Coelho Junior e Marco Antônio Mattos
Nelson relata sobre o tema, e Marco Antônio, da experiência como integrante do exército na época

07/12/2009: Entrevistas com Moacir Pereira e César Valente
Um relato da visão dos jornalistas Moacir Pereira e César Valente sobre a Novembrada

08/12/2009: Entrevistas com Sérgio Rubim e Jurandir Camargo
Ambos falam da cobertura que fizeram pelo Jornal O Estado, veículo que trabalhavam

09/12/2009: Entrevista com Walter Souza
Walter Souza fala da cobertura que fez pela RBS TV, onde atuava como repórter

10/12/2009: Entrevista com Valter Severino
Valter lembra o trabalho que realizou pela equipe segurança do governo

11/12/2009: Entrevista com Celso Martins
Celso faz uma análise do período de repressão, Operação Barriga-Verde e Novembrada, comparando aquele período com a atualidade

12/12/2009: Entrevista com Ana Carla Pimenta
A jornalista fala do Trabalho de Conclusão de Curso sobre o tema e do interesse em transformar o projeto em documentário

13/12/2009: Perfil de Amilton Alexandre
Um olhar sobre o Mosquito, envolvido na Novembrada e atual titular do Blog Tijoladas

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Vice-prefeito defende redução nos horários de ônibus

João Batista Nunes defende redução dos horários de ônibus

Se era ruim, a tendência é piorar. O vice-prefeto e secretário de transportes disse que pode parecer incoerente, mas frisa que a prioridade do trânsito na cidade é o transporte coletivo.

A empresa Transol, por exemplo, teve 36 linhas com maiores intervalos nas saídas e nas chegadas. Para João Batista, o principal motivo é o excesso de horários com baixa demanda, elevando o custo da tarifa.

Transol teve redução de horários em 36 linhas
Foto: Diego Redel (Clic RBS)

Segundo o vice-prefeito, a ideia é fazer um raio-x do trânsito na cidade, e completa: "Não podemos colocar um ônibus na rua para atender cinco ou 10 pessoas, pois quem paga por isso somos todos nós. Estamos tentando equacionar o valor da tarifa, por isso, também sugiro que se discuta o verdadeiro papel do cobrador. Acho errado o usuário ter de pagar duas vezes pela mesma coisa: pelo funcionário do ônibus e pelo sistema eletrônico que existe nos veículos".

A pergunta que fica no ar:
Por que a prefeitura não disponibiliza de mais frotas de ônibus nos horários de pico, tendo em vista que muitos dos itinerários chegam a ter superlotação?

Fontes:
Clic RBS
(Vice-prefeito defende novos horários de ônibus em Florianópolis e questiona papel do cobrador)
Tijoladas do Mosquito
(João Batista apoia a redução de horários da porcaria dos ônibus de Florianópolis)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Dário Berger é absolvido no TRE

Ontem a noite, por 4 votos a 2, o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina absolveu o prefeito Dário Berger, no processo de itinerância.
A coligação Amo Florianópolis, do PP e do PTB, insistirá na cassação de Dário no Tribunal Superior Eleitoral em Brasília.

terça-feira, 16 de junho de 2009

TRE analisa processo contra Dário

Após denúncias contra o prefeito de Campo Maior-PI, João Félix de Andrade Filho (PPS), por estar exercendo ao cargo de prefeito pelo quarto mandato consecutivo (antes administrado Jatobá do Piauí entre 1997 e 2004), o Tribunal Superior Eleitoral abriu um processo contra o político piauiense.

Em Santa Catarina, o atual prefeito reeleito de Florianópolis, Dário Berger, exerceu o cargo em São José, município vizinho, entre 1997 e 2003, quando mudou o domicílio eleitoral para tornar-se administrador da capital.

Na tarde de ontem (15/6) Alessandro Abreu, advogado da Coligação Amo Florianópolis, liderada por Esperidião Amin, propôs uma ação contra Dário, por itinerância. Abreu disse que o momento é apenas de especulações, mas a pauta do próximo dia 24 haverá o julgamento do processo movido contra o atual prefeito.

Dário justifica que por ter renunciado ao cargo em São José, em consulta ao Tribunal Regional Eleitoral, tinha o direito de participar do pleito em Florianópolis, do qual saiu vitorioso.

Fontes:
Blog do Azevedo - Clic RBS
César Valente - De Olho na Capital
Tribunal Superior Eleitoral

domingo, 31 de maio de 2009

FIFA divulga as cidades-sede da Copa de 2014

Florianópolis ficou de fora da escolha

Em Nassau, os Bahamas, a FIFA anunciou as 12 cidades-sede para a Copa do Mundo de 2014. Florianópolis, que estava entre as 17 candidatas, ficou fora.

Cidades escolhidas como sede e os projetos de estádios das sedes da Copa de 2014:

Belo Horizonte (Minas Gerais)
Estádio: Mineirão

Brasília (Distrito Federal)
Estádio: Estádio Nacional de Brasília

Cuiabá (Mato Grosso)
Estádio: Verdão

Curitiba (Paraná)
Estádio: Arena da Baixada

Fortaleza (Ceará)
Estádio: Castelão

Manaus (Amazonas)
Estádio: Vivaldão

Natal (Rio Grande do Norte)
Estádio: Cidade das Dunas

Porto Alegre (Rio Grande do Sul)
Estádio: Arena do Beira-Rio

Recife (Pernambuco)
Estádio: Cidade-Copa

Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)
Estádio: Maracanã

Salvador (Bahia)
Estádio: Fonte Nova

São Paulo (São Paulo)
Estádio: Morumbi

Fonte: Terra
Para ler a notícia no site Terra, clique aqui.