segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Presidente cubano limita tempo de dirigentes no poder

Partido Comunista Cubano cria decreto que limita a 10 anos o tempo de permanência nos cargos de entidades esportivas

Visando promover quadros mais jovens no governo, a única agremiação partidária na política cubana aprovou um projeto limitando o tempo de permanência na administração, como forma de renovar os quadros esportivos no país da América Central. O presidente Raúl Castro disse que a medida vale para todos os cargos políticos, inclusive a presidência.

Um bom exemplo a ser aplicado no Brasil, com dirigentes esportivos perpetuando-se no poder em federações e agremiações esportivas, tornando-as extensão de interesses pessoais e tirando a possibilidade de renovação. Nas federações e fundações de controle do esporte nacional, nossos dirigentes vêm se mantendo a décadas, impedindo uma renovação no modelo de gestão esportiva, mais democrático e com maior participação popular.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

FIBRA


Trailer do Fibra, documentário sobre a Coepad – a primeira cooperativa no Brasil, e uma das únicas no mundo, formada por portadores de deficiência intelectual. Com papel reciclado, a Coepad produz agendas, cadernos, canudos de formatura, entre outros produtos.

Sua sede da Coepad é em Florianópolis, Santa Catarina. Mais informações no site da produtora Doc Dois Filmes docdois.com.br ou no site da cooperativa: coepad.com.br.

O principal ponto de vendas é uma lojinha no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Os jornalistas Fernando Evangelista e Juliana Kroeger produziram um documentário sobre esta história, com lançamento previsto para março deste ano.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Bruno Senna assina contrato com Williams

Piloto brasileiro assumira lugar de Rubens Barrichello no time de Grove

Depois de 18 anos, a escuderia inglesa voltará a contar com um piloto Senna na equipe. Bruno, sobrinho do tricampeão Ayrton, conseguiu bons patrocinadores, apoiado pelo empresário Eike Batista, ajudando financeiramente os ingleses, que atravessam uma fase difícil desde a saída da BMW, em 2005, deixando de lutar pelas primeiras colocações. Depois de competir com os propulsores da Toyota de 2007 a 2009, e com a Cosworth em 2006 e nos dois últimos anos, a Renault volta a fornecer motores aos carros de Frank Williams, depois de 15 anos.

Depois de perder alguns dos principais patrocinadores, além da saída de Patrick Head, sócio de Frank Williams e um dos fundadores da marca, os dirigente buscaram competidores com bom apoio financeiro. Pastor Maldonado trouxe a petrolífera venezuelana PDVSA, enquanto Bruno Senna estampará a OGX, Gillete, além da Embratel.

Piloto da Williams em 2010 e 2011, Rubens Barrichello terá apenas a Hispânia como opção, caso permaneça na Fórmula 1. Depois de 19 anos na principal categoria do automobilismo internacional, o brasileiro é o piloto com maior número de largadas, tendo os vice-campeonatos de 2002 e 2004, quando corria pela Ferrari, as melhores classificações.

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Entrevista com Russo Born

Russo Born
Foto: Diego Wendhausen Passos

Data da Entrevista: 26/07/2011

Russo Born é formado em Geografia e História, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e ministra aulas para escolas, cursos pré-vestibular e preparatórios para concurso público, nas áreas de história, geografia e geopolítica.

Diego: Proveniente da Revolução Russa de 1917, a União Soviética, fundada em 1922, adotando o modelo socialista, contrapondo com a economia de mercado, vigente no sistema capitalista. Até que ponto a economia planificada teve seus pontos positivos?

Russo: A economia planificada foi algo diferente. Eles eram a cada cinco anos, então foi uma tentativa interessante de planejar um crescimento econômico. Ela ajudou vários lugares. No sistema capitalista, por exemplo, se um lugar não é economicamente rentável, não se investe naquele local. Se o número de pessoas é insuficiente, não se investe, porque no sistema capitalista é necessário fazer o possível para que não se caia em uma queda econômica que vá levar o crédito à falência. No sistema socialista, alguns lugares afastados do sistema econômico central, por exemplo, Uzbequistão, Turcomenistão, o próprio Cazaquistão, que são mais distantes, no sistema planejado, planificado, puderam receber esse investimento econômico. Se tem mil pessoas morando naquele lugar, por exemplo, serão criado tantos mil empregos naquele lugar. Se não tem estradas, vai ser criadas, se não tem iluminação, vai ser criada, mesmo incorrendo em uma queda econômica, porque o interessante é ter que desenvolver aquele lugar para criar tantos empregos naquele ponto. Então, no meu ponto de vista, o sistema planificado, ele beneficiou alguns países que não faziam parte do centro econômico. Agora, corrupção existiu. A igualdade que se queria, não existiu. A cúpula socialista se beneficiou gigantescamente do poder que tinha. Investiu-se muito em tecnologia espacial, e não se investiu na modernização e num crescimento para a população, e isso foi muito ruim para o mundo socialista.

Diego: Durante algumas décadas, os soviéticos disputaram com os Estados Unidos a condição de maior economia internacional, em período que ficou conhecido como Guerra Fria, mas as constantes crises econômicas derrubaram a União Soviética, no final de 1991. No seu ponto de vista, quais foram as principais causas que levaram a nação soviética ao fim?

Russo: Foram vários fatores que levaram ao fim da União Soviética. Um, a corrupção desenfreada. A cúpula do poder fazia um gasto gigantesco da sua infraestrutura, o mundo fechado, sem informação da população, transformou o regime em algo desacreditado, tanto que criou-se, já no final do regime socialista, então, quem vai assumir, vai ser o Gorbatchev. Quando o Gorbatchev assume o governo, ele percebe que o mundo socialista já estava completamente falido, e aí, então, propõe duas coisas, uma, que é a Perestroika, e a outra, que foi a Glasnost. A Glasnost era muito importante, que foi uma abertura política para as pessoas então entenderem o que estava acontecendo, a crise era iminente, e a Rússia, ela quebrou então em 1991. Em 1989, quebrou o Muro de Berlim, então, o mundo já estava em colapso, a Glasnost foi a grande abertura política, e a Perestroika seria uma grande reestruturação econômica, para poder colocar a Rússia, a União Soviética, nos eixos socialistas. Não queria se romper com o socialismo, só que não houve como se fazer essa remodelação. Na hora em que foi feita a abertura política, a população se revoltou, e começaram então as revoltas populacionais, e aí levou o mundo ao colapso. Então, a corrupção, um dos grandes problemas do mundo socialista. A cúpula não atendia, o sistema econômico da Rússia não atendia às necessidades da população. Os desvios de verbas eram gigantescos, a população estava desacreditada do sistema, havia uma grande ditadura, e quem reclamava contra o governo, era preso, torturado, então, foram vários, inclusive, investimentos elevados em armamentos. Investiram em tecnologia espacial, a Mir, por exemplo, que é a primeira base de suporte humano, fora do planeja, que quer dizer paz, consumia recursos bilionários, e isso foi quebrando o sistema econômico da União Soviética. Ela foi à falência, ela mesmo se implodiu própria, e a corrupção dentro do próprio governo.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

20 anos do fim da União Soviética

Um projeto comunista que durou quase sete décadas

A Revolução Russa, ocorrida em 1917, culminando na fundação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, cinco anos depois, foi um projeto de instalação do modelo comunista, buscando uma sociedade com menores diferenças sociais.

Com a crise política e social na Rússia, aliado a participação do país na Primeira Guerra Mundial, contribuiu para aumentar a impopularidade do czar Nicolau II, deposto do poder e assassinado junto com toda a família. Os revolucionários fizeram um acordo de paz com os alemães, o de Brest Litovski, em 1918. A Finlândia foi cedida no tratado, passando a país independente.

No período de 1918 e 1921, ocorreu uma guerra civil, entre exército e milícias, e também o exército vermelho (bolchevistas), republicanos liberais e ex-generais czaristas. O primeiro governante após a revolução foi Lenin, permanecendo até 1924, quando faleceu, dando lugar a Joseph Stalin, após vencer a disputa com Trotski. O antigo aliado de Lenin foi perseguido, sendo expulso do Partido Comunista em 1929, também expulso da União Soviética. Troski foi assassinado no México, em 1940, a mando de Stalin.

Durante a gestão stalinista ocorreu também a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), na qual os soviéticos tiveram participação decisiva ao derrotar ao alemães e o exército nazista de Hitler, iniciando uma bipolarização mundial.

Terminada a segunda grande guerra, o centro político e econômico passou a ser os Estados Unidos, que ao longo de quatro décadas dividiu com a União Soviética um cenário geopolítico que ficou conhecido como Guerra Fria, no conflito político e ideológico entre os modelos capitalista e socialista.

Disputas territoriais e políticas marcaram o período. Os norte-americanos patrocinaram inúmeros governos ditatoriais na América Latina e na Ásia. Além disso, as produções de armamentos e a corrida espacial também marcaram a Guerra Fria.

Com a crise em meados dos anos de 1980, a União Soviética começou a fase de declínio, no início do governo de Gorbatchev, que tentou uma reestruturação política e econômica no país, conhecidas como a Perestroika e a Glasnost.

Porém, os problemas sociais e políticos aumentaram, os governos ditatoriais no leste europeu foram caindo, a derrota no Afeganistão para as tropas lideradas por Osama Bin Laden, após 10 anos de combates contra os afegãos, aliado a queda do Muro de Berlim e a reunificação da Alemanha, em 1990, e, também, os elevados gastos do governo e os inúmeros casos de corrupção foram levando o sonho comunista ao fim, em 1991.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mosquito é encontrado morto

Amilton Alexandre, um dos estudantes presos pela Ditadura Militar na Novembrada, em 1979, foi encontrado morto no bairro Pedra Branca, onde residia.

Titular do Blog Tijoladas, o site denunciava casos envolvendo a administração pública, manifestando-se de forma polêmica contra o poder público, o que gerou inúmeras controvérsias e polêmicas nos meios sociais e midiáticos.

Envolvido com mais de 30 processos na justiça e enfrentando problemas financeiros, Mosquito parou com as atividades no site semana passada, quando completou 32 anos da Novembrada.

Nota do blogueiro:

Conheci o Mosquito em 2009, já com o blog em andamento. Várias vezes, dizia que ele fazia loucuras e vivia no limite, devido ao vocabulário utilizado contra adversários ou desafetos. Nunca cheguei a ter problemas com ele. Quando nos encontrávamos, normalmente conversávamos pouco, devido a correria diária. Eu me diverti muito com o site dele e com as colocadas polêmicas que fazia, mesmo dizendo a ele em certa ocasião que não adoto a linha do site dele.


Rádio Criciúma: Morre o polêmico blogueiro Amilton Alexandre, o Mosquito

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Kimi Raikkonen volta a Fórmula 1

Finlandês retorna depois de dois anos

A Lotus anunciou o nórdico Kimi Raikkonen para competir pela equipe inglesa no próximo ano. O time de Enstone ainda não anunciou o segundo piloto. Vitaly Petrov, Bruno Senna e Romain Grosjean são os mais cotados para a vaga, que ficará com o polonês Robert Kubica caso retorne após o acidente sofrido na Itália no começo do ano.

Ausente da Fórmula 1 durante dois anos, Raikkonen competiu nos ralis pela equipe junior da Citroen, que neste ano correu como Ice GP. Sem resultados satisfatórios, o finlandês chegou a ficar ausente da etapa australiana.

Leia mais:

IG Grande Prêmio: Lotus Renault anuncia contratação de Raikkonen, que volta à F1 após 2 anos

Esportes Terra: Após anúncio de Kimi, B. Senna mantém esperança de ficar na Renault

Globo Esporte: Renault-Lotus anuncia retorno de Kimi Raikkonen na temporada 2012 da F-1

UOL Esporte: Räikkönen acerta volta à F-1 e assina com a Renault; futuro de B. Senna fica indefinido

Blog Fórmula 1 (Tomás Motta): Kimi na Renault – Por essa ninguém esperava

domingo, 27 de novembro de 2011

Mark Webber vence no Brasil

Australiano vence pela primeira vez na temporada e garante o 3º lugar entre os pilotos

Equipe Red Bull garantiu mais uma pole e garantiu a dobradinha, com Vettel cedendo a vitória ao companheiro de equipe Mark Webber. O time austríaco venceu sem grandes dificuldades, dominando a corrida e perdendo a liderança apenas na primeira troca de pneus, quando Felipe Massa perdeu a dianteira para Vettel na pista. Reclamando de problemas no câmbio, o campeão da temporada cedeu a 1ª posição para o companheiro de equipe Webber, que seguiu firme rumo a vitória.

McLaren e Ferrari próximas

Mesmo com a equipe de Woking sendo superior aos carros de Maranello nos treinos de classificação, as equipes tiveram boas disputas ao longo da corrida. Fernando Alonso superou Jenson Button ainda nas primeiras voltas. Mantendo o carro na pista a fazendo uma passagem a menos pelos boxes, Felipe Massa conseguiu segurar Lewis Hamilton por algumas voltas, mas o piloto inglês desistiu por problemas no câmbio. Nas voltas finais, aproveitando-se do melhor desempenho com pneus médios, Button superou Alonso e ficou com o último lugar no pódio, ficando na frente dos carros da Ferrari.

Mercedes e Force India também se destacam

Atrás de McLaren e Ferrari, os carros da Mercedes e da Force India também chegaram entre os melhores. Michael Schumacher foi o único das duas equipes a não pontuar, envolvendo-se em um incidente com Bruno Senna na início da disputa, quando tocou com o brasileiro e teve um pneu furado, caindo para a última posição. O companheiro de Schumacher perdeu a 6ª colocação para Adrian Sutil, que confirmou o mesmo posto para o time indiano entre as equipes. O escocês Paul Di Resta também terminou entre os oito, somando quatro pontos.

Sauber e Renault nos pontos

O japonês Kamui Kobayashi voltou a terminar na zona de pontuação, garantindo o 9º lugar, enquando o russo Vitaly Petrov voltou a pontuar depois de três corridas, com a 10ª colocação.

Resultados:

Pole: Sebastian Vettel, Red Bull Renault
M.V.: Mark Webber, Red Bull Renault

Corrida:

1º) Mark Webber, Red Bull Renault
2º) Sebastian Vettel, Red Bull Renault
3º) Jenson Button, McLaren Mercedes
4º) Fernando Alonso, Ferrari
5º) Felipe Massa, Ferrari
6º) Adrian Sutil, Force India Mercedes
7º) Nico Rosberg, Mercedes
8º) Paul Di Resta, Force India Mercedes
9º) Kamui Kobayashi, Sauber Ferrari
10º) Vitaly Petrov, Renault

Classificação Final:

Mundial de Pilotos

1º) Sebastian Vettel, 392 pontos
2º) Jenson Button, 270 pontos
3º) Mark Webber, 258 pontos
4º) Fernando Alonso, 257 pontos
5º) Lewis Hamilton, 227 pontos
6º) Felipe Massa, 118 pontos
7º) Nico Rosberg, 91 pontos
8º) Michael Schumacher, 78 pontos
9º) Adrian Sutil, 42 pontos
10º) Vitaly Petrov, 37 pontos
11º) Nick Heidfeld, 34 pontos
12º) Kamui Kobayashi, 30 pontos
13º) Paul Di Resta, 27 pontos
14º) Jaime Alguersuari, 26 pontos
15º) Sebastien Buemi, 15 pontos
16º) Sergio Perez, 14 pontos
17º) Rubens Barrichello, 4 pontos
18º) Bruno Senna, 2 pontos
19º) Pastor Maldonado, 1 ponto

Mundial de Construtores

1º) Red Bull Renault, 650 pontos
2º) McLaren Mercedes, 497 pontos
3º) Ferrari, 375 pontos
4º) Mercedes, 169 pontos
5º) Renault, 73 pontos
6º) Force India Mercedes, 69 pontos
7º) Sauber Ferrari, 44 pontos
8º) Toro Rosso Ferrari, 41 pontos
9º) Williams Cosworth, 5 pontos

domingo, 13 de novembro de 2011

Lewis Hamilton vence em Abu Dhabi


Piloto inglês quebra jejum de sete corridas sem vitória

Aproveitando-se dos problemas no carro de Sebastian Vettel ainda na volta de abertura, Lewis Hamilton assumiu a liderança e perdeu apenas quando foi pela segunda vez trocar os pneus, mas superou o espanhol Fernando Alonso da Ferrari, 2º colocado. Alonso superou Jenson Button ainda na primeira volta, mas não conseguiu alcançar a liderança. Button, após boa disputa com Mark Webber e Felipe Massa, garantiu a 3ª posição, completando o pódio. O australiano da Red Bull garantiu o 4º posto, mantendo-se na briga pelo vice-campeonato.


McLaren e Ferrari competitivas

Os times de Woking e Maranello, sem Sebastian Vettel na pista, dominaram a disputa. A briga pela liderança ficou entre Hamilton e Alonso, mas o inglês conseguiu manter sem uma disputa direta com o espanhol da Ferrari. Na primeira parte da corrida, ambos alternaram voltas mais rápidas, mas no trecho final, o competidor da McLaren conseguiu administrar a vantagem.


Red Bull fora do pódio

Pela primeira vez na temporada, a equipe austríaca e Vettel não chegaram entre os três melhores. O atual campeão, largando novamente na pole, rodou na segunda curva, quando já abria boa vantagem, mas teve um problema na suspensão, ficando fora da disputa. Mark Webber ainda teve uma boa disputa pelo 3º lugar com Jenson Button e Felipe Massa, aproveitando-se de um erro do brasileiro, parou na última volta e terminou na 4ª colocação.


Mercedes e Force India nos pontos

Os carros da Mercedes terminaram atrás dos líderes, com Nico Rosberg em 6º lugar, uma posição na frente de Michael Schumacher. Ambos travaram um bom duelo na primeira volta, e Rosberg levou a melhor diante do heptacampeão.

Em uma atuação destacada, os carros da Force India ficaram atrás da dupla das flechas de prata. Adrian Sutil foi 8º colocado, na frente do britânico Paul Di Resta, que teve boa disputa com os carros da Toro Rosso.


Sauber pontua

O japonês Kamui Kobayashi, com o 10º posto, voltou a pontuar depois de 10 corridas, garantindo a 7ª posição da Sauber entre as equipes.


Renault e Williams voltam a decepcionar

Atrás dos pilotos da Sauber, ficaram os carros de Vitaly Petrov, 13º colocado, e a dupla da Williams, com Rubens Barrichello, na 12ª posição, e o venezuelano Pastor Maldonado, em 14º lugar. Os carros de Grove tiveram que largar na última fila, uma marca negativa para a escuderia inglesa, devido a problemas com Rubinho nos treinos e a o 9º motor utilizado por Maldonado neste ano, excedendo o limite de oito ao longo da temporada. Na corrida, Barrichello chegou a brigar por pontos, mas não conseguiu superar as limitações do carro.

Resultados:

Pole: Sebastian Vettel, Red Bull Renault
M.V.: Mark Webber, Red Bull Renault

Corrida:

1º) Lewis Hamilton, McLaren Mercedes
2º) Fernando Alonso, Ferrari
3º) Jenson Button, McLaren Mercedes
4º) Mark Webber, Red Bull Renault
5º) Felipe Massa, Ferrari
6º) Nico Rosberg, Mercedes
7º) Michael Schumacher, Mercedes
8º) Adrian Sutil, Force India Mercedes
9º) Paul Di Resta, Force India Mercedes
10º) Kamui Kobayashi, Sauber Ferrari

Classificação:

Mundial de Pilotos

1º) Sebastian Vettel, 374 pontos
2º) Jenson Button, 255 pontos
3º) Fernando Alonso, 245 pontos
4º) Mark Webber, 233 pontos
5º) Lewis Hamilton, 227 pontos
6º) Felipe Massa, 108 pontos
7º) Nico Rosberg, 85 pontos
8º) Michael Schumacher, 78 pontos
9º) Vitaly Petrov, 36 pontos
10º) Nick Heidfeld, 34 pontos
11º) Adrian Sutil, 34 pontos
12º) Kamui Kobayashi, 28 pontos
13º) Jaime Alguersuari, 26 pontos
14º) Paul Di Resta, 23 pontos
15º) Sebastien Buemi, 15 pontos
16º) Sergio Perez, 14 pontos
17º) Rubens Barrichello, 4 pontos
18º) Bruno Senna, 2 pontos
19º) Pastor Maldonado, 1 ponto

Mundial de Construtores

1º) Red Bull Renault, 607 pontos
2º) McLaren Mercedes, 482 pontos
3º) Ferrari, 353 pontos
4º) Mercedes, 163 pontos
5º) Renault, 72 pontos
6º) Force India Mercedes, 57 pontos
7º) Sauber Ferrari, 42 pontos
8º) Toro Rosso Ferrari, 41 pontos
9º) Williams Cosworth, 5 pontos

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Três equipes mudarão de nome no próximo ano

Lotus Cars e Team Lotus resolvem questões jurídicas e Virgin passará a ser apenas patrocinador da Marussia

Aprovada pela comissão das equipes de Fórmula 1, a Renault passará a se chamar Lotus, o time malaio, dirigido por Tony Fernandes, que comprou a marca de carros Caterham, do grupo Lotus, nomeará a escuderia com a mesma legenda, colocando fim as disputas judiciais iniciadas no fim de 2010. A Marussia Virgin, ficará apenas com o primeiro nome, enquanto a marca do Richard Branson seguirá como patrocinadora da equipe.

Para a Renault, será a terceira vez que a empresa sediada em Enstone terá seu nome alterado. Estreante em 1981, com a Toleman, foi comprada pela marca de roupas Benetton em 1985, que estreou em 1986, vendendo a estrutura para a marca francesa em 2000, equipe em que Michael Schumacher conquistou os títulos de pilotos em 1994 e 1995, ganhando também o mundial de construtores, permanecendo até 2001 na categoria. Voltando a competir como equipe de fábrica em 2002, os gauleses foram campeões de pilotos e equipes em 2005 e 2006, ambos com o espanhol Fernando Alonso.

Leia mais:

Terra Esportes: Três equipes de Fórmula 1 mudarão de nome na próxima temporada

Lancenet: Três equipes mudarão de nome na próxima temporada

Globo Esporte: Após reunião na Suíça, chefes da F-1 aprovam troca de nomes de 3 equipes

UOL Esportes: F-1 aprova mudanças de nomes para 2012: Renault se chamará Lotus

A Mil Por Hora: FIA aprova mudança de nome em três equipes para 2012